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segunda-feira, 8 de maio de 2023

Informe MS



 

Ministério da Saúde participa de oficina de microplanejamento na Opas para aumento das coberturas vacinais

Data de publicação: 08/05/2023


Metodologia será aplicada em todas as UFs, levando em conta especificidades locais. Agenda contou com representantes da Saps, da Sesai e da SVSA


Fotos: Arquivo pessoal

Com o intuito de aprimorar metodologias para expandir a cobertura vacinal no País, representantes do Ministério da Saúde participaram da formação em microplanejamento na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), ao longo da última semana. A ideia é adaptar o processo à realidade brasileira disseminando-o para todas as unidades da federação e respeitando as particularidades de cada território.

O microplanejamento atende aos critérios de qualidade definidos na Metodologia de Gestão Produtiva dos Serviços de Saúde da Opas, que são: efetividade, homogeneidade, oportunidade, eficiência e simultaneidade. Um dos pilares fundamentais para garantir o cumprimento de metas é que elas sejam geradas a partir do nível local/municipal, determinando as necessidades e disponibilidade de recursos para garantir o acesso à vacinação para a população, com ampla participação de líderes e comunidade. “Nesse processo, são consideradas as características sociodemográficas, econômicas, sociais e necessidades dos municípios e das suas divisões, destacando, ainda, a importância das funções essenciais e gerenciais do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e da Atenção Primária à Saúde (APS)”, disse o coordenador de Apoio à Imunização e Monitoramento das Coberturas Vacinas na Atenção Primária (CIMVAC/MS), Ricardo Gadelha.

Também são reforçados na metodologia de microplanejamento:

  • O avanço tecnológico para a utilização de ferramentas e processos de formação de profissionais de saúde para execução de vacinação do programa de rotina;
  • Intensificação da rotina e de campanhas, para garantir coberturas vacinais (CV) recomendadas e homogêneas em todos os níveis federativos, com controle e eliminação de doenças preveníveis por vacinação no país;
  • A formação dos profissionais de saúde que atuam em áreas relacionadas à imunização, vigilância epidemiológica, laboratório, resposta rápida, atenção primária à saúde e saúde do indígena, que podem atrelar esforços para a recuperação das coberturas vacinais e dos indicadores de qualidade da vigilância.

O Ministério da Saúde será responsável pela organização e implementação da metodologia, o que inclui a formação de facilitadores nos níveis nacional, estadual e municipal, em ondas de formação. “Esse trabalho será integrado entre as áreas responsáveis, dentro do Ministério da Saúde, em prol de um objetivo comum, que é a reconquista das altas coberturas vacinais no nosso país”, reforçou o coordenador, que defendeu o microplanejamento como a oferta de componentes práticos de apoio ao processo e execução das atividades de vacinação de alta qualidade, seguimento, varredura e bloqueio vacinais às equipes técnicas e gestores nos diferentes níveis, em especial, o operacional, que atua nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e desenvolve atividades na APS e em outras unidades de saúde.

Além de técnicos da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), também participaram da capacitação representantes da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), incluindo responsáveis técnicos de distritos sanitários especiais indígenas (DSEI), da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) e apoiadores da Opas.

Laísa Queiroz/Saps/MS

terça-feira, 28 de março de 2023

Informe MS



 

Estados e municípios já podem vacinar todo o público prioritário com as vacinas bivalentes

Data de publicação: 20/03/2023


Ministério da Saúde orienta a aplicação dos imunizantes em todo o público contemplado nos grupos prioritários


Foto: Julia Prado/MS

Grupos prioritários que não estavam contemplados nos primeiros dias do Movimento Nacional pela Vacinação devem ser chamados por estados e municípios a partir de agora para receber o reforço da vacina bivalente contra a covid-19. É a orientação passada na última sexta-feira (17/3) pelo Ministério da Saúde.

Até o momento, estavam sendo vacinados: idosos com mais de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições de longa permanência, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Ficava a critério dos gestores locais avançar para os demais públicos todos aqueles que já tivessem vacinado de forma satisfatória esses grupos prioritários.

Mais de 4,1 milhões de pessoas já tomaram o reforço com as vacinas bivalentes. Para receber o imunizante, é preciso ter completado o esquema primário com as monovalentes e respeitar um prazo mínimo de quatro meses desde a última dose recebida. Veja quem pode garantir o benefício:
 

  • Idosos de 60 anos ou mais de idade;
  • Pessoas vivendo em instituições de longa permanência a partir de 12 anos (ILP e RI) e seus trabalhadores;
  • Pessoas imunocomprometidas a partir de 12 anos de idade;
  • Indígenas, ribeirinhos e quilombolas (a partir de 12 anos de idade);
  • Gestantes e puérperas;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Pessoas com deficiência permanente (a partir de 12 anos de idade);
  • População Privada de Liberdade e Adolescentes em Medidas Socioeducativas; e,
  • Funcionários do Sistema de Privação de Liberdade.

É importante lembrar que todas as vacinas contra a covid-19 oferecidas pelo SUS são comprovadamente seguras e protegem contra formas graves da doença - que já matou quase 700 mil pessoas no Brasil desde o início da pandemia. O Ministério da Saúde reforça à população a importância de se vacinar e orienta que todos busquem informações verdadeiras em fontes oficiais do governo federal.

Ascom/MS


quarta-feira, 15 de março de 2023

Informe MS



 

Quem está com doses em atraso pode se vacinar ao mesmo tempo que grupos prioritários

Data de publicação: 09/03/2023


Objetivo é alavancar coberturas vacinais em quem não tomou a segunda dose e a dose de reforço


Foto: Julia Prado/MS

O Movimento Nacional pela Vacinação está mobilizando a população brasileira desde 27 de fevereiro com ações de caráter contínuo. Neste primeiro momento, os esforços estão concentrados na retomada das altas coberturas vacinais contra a Covid-19, por esta ser a atual emergência global de saúde.

O foco inicial está nas pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Mas esta também é uma oportunidade para quem não faz parte do grupo prioritário e ainda não completou o esquema vacinal primário, com duas doses, ou não recebeu a dose de reforço. Nesse sentido, o Ministério da Saúde enfatiza a necessidade da imunização complementar.

Ter o esquema vacinal completo é fundamental porque, com o passar do tempo, o organismo pode perder a memória imunológica contra o vírus. Estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) com mais de 1,5 mil pessoas revelou que seis meses depois da segunda dose, os anticorpos haviam caído entre os pesquisados. Com o reforço na imunização, eles voltaram a subir consideravelmente.

A complementação do esquema primário ou a aplicação da dose de reforço nas pessoas que não estão incluídas nos grupos prioritários desta etapa do Movimento Nacional pela Vacinação está sendo realizada com a vacina monovalente, da seguinte forma:

  • uma dose de reforço, a partir de 4 meses da segunda dose do esquema primário, para pessoas na faixa etária de 5 a 39 anos; e
  • duas doses de reforço para pessoas na faixa etária de 40 a 59 anos.

LEIA TAMBÉM:

Esclareça as principais dúvidas sobre o Movimento Nacional pela Vacinação; entenda porque é importante se vacinar 

Ascom/MS


Informe MS

 



Vacina bivalente exige refrigeração diferenciada; entenda a distribuição de doses no país

Data de publicação: 01/03/2023


Neste momento, serão vacinados idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas.


Foto: Walterson Rosa/MS

Aproximadamente 18 milhões de brasileiros fazem parte dos grupos prioritários que apresentam maior risco de desenvolver formas graves da Covid-19. Para início do Movimento Nacional pela Vacinação, o Ministério da Saúde distribuiu, até o momento, cerca de 19 milhões de doses de imunizantes para todos os estados e o Distrito Federal. Nesta terça-feira (28), a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, explicou o motivo da distribuição escalonada das vacinas aos estados e municípios.

“O que acontece, e por isso a gente precisa fazer esse escalonamento, é que essa vacina de RNA, que é a vacina bivalente, exige uma refrigeração diferenciada e precisa de freezers especiais. Os estados têm uma limitação de estoque, não conseguem receber tantos imunizantes, então a gente precisa fracionar as entregas para organizar a distribuição”, esclareceu Ethel.

Neste primeiro momento, serão vacinados idosos acima de 70 anos, pessoas imunocomprometidas, funcionários e pessoas que vivem em instituições permanentes, indígenas, ribeirinhos e quilombolas. “Novos envios de vacinas bivalentes contra a Covid-19 devem levar em conta a capacidade dos estados e municípios estocarem vacinas”, acrescentou a secretária.

O diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Imunopreveníveis do Ministério da Saúde, Eder Gatti, explica que a ideia é que o processo de vacinação seja descomplicado. “Se o estado vacinou um determinado grupo, então não precisa esperar uma data para passar para o próximo. É para ser fluido, ele pode pedir mais vacina e pode, inclusive, ultrapassar para próxima etapa se tiver imunizante disponível”, exemplificou.

Gatti reforça, ainda, que a fluidez também deve ocorrer na oportunidade de se vacinar. “Os frascos de vacina são multidoses, ou seja, têm mais de uma dose ali. Uma vez que ele é aberto, tem que ser utilizado rapidamente. Caso tenha uma pessoa de outro grupo, por exemplo, de uma etapa seguinte, que está ali presente para ser vacinado, o município, obviamente, tem que usar o bom senso e aproveitar a dose do frasco que foi aberto e vacinar essa pessoa”, finaliza.

O Ministério da Saúde segue em tratativas para garantir a entrega de vacinas pelos laboratórios fabricantes, diante do desabastecimento deixado pela gestão passada. Novos envios de doses ocorrerão gradualmente, conforme o avanço da vacinação no público-alvo planejado.

Ascom/MS

Edição Nucom/Saps/MS



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Informe MS




Em 2021, cobertura da vacina BCG em bebês foi a menor em uma década

Data de publicação: 08/02/2023


Imunizante protege contra a tuberculose e deve ser aplicado o quanto antes em bebês, de preferência antes deixar a maternidade


Foto: Divulgação/EBC

O Brasil registrou, em 2021, uma das mais baixas coberturas da vacina BCG em bebês de 0 a 1 ano: 79,5%. Em 2022, a cobertura teve uma leve alta: 82%, mas esse percentual ainda é preliminar. Para se ter uma ideia do quão grave é a situação, em 2011, o percentual era de 100% de imunizados.

Os dados são do Observa Infância, que reúne pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Centro Universitário Arthur de Sá Earp Neto (Unifase). O cálculo considera as doses aplicadas em crianças menores de 1 ano, idade em que a vacina deve ser aplicada, e o número de nascidos vivos naquele mesmo ano.

O imunizante protege contra a tuberculose, doença infecciosa e transmissível, que afeta principalmente os pulmões e, apesar de ser antiga, continua sendo um importante problema de saúde pública. No mundo, a cada ano, cerca de 10 milhões de pessoas adoecem por tuberculose. A doença é responsável por mais de um milhão de óbitos anuais. Por isso, a retomada do alto percentual de vacinação é fundamental.

A recomendação do Ministério da Saúde é que a vacina BCG seja administrada em recém-nascidos, podendo ser ofertada para crianças de até 4 anos de idade, não vacinadas anteriormente. “Vacina não é remédio. Vacinação é estratégia coletiva para proteção de todos”, reforça a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

O estímulo à imunização voltou ao pilar das ações prioritárias da gestão do Ministério da Saúde. As metas do Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública são: alcançar redução de 90% do coeficiente de incidência da tuberculose e redução de 95% no número de mortes pela doença no país até 2035, quando comparados com os dados de 2015.

Para o Brasil, significa que é necessário reduzir o coeficiente de incidência para menos de 10 casos por 100 mil habitantes e reduzir o número de óbitos pela doença para menos de 230 ao ano, até 2035. No Brasil, são notificados por ano aproximadamente 70 mil casos novos e ocorrem cerca de 4,5 mil mortes em decorrência da tuberculose.

Desde 2016, praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo das metas. Neste ano, o Ministério da Saúde elevou o status do Programa Nacional de Imunizações (PNI) a um departamento específico dentro da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), que se ocupará de elevar as taxas de proteção contra várias outras doenças imunopreveníveis, como poliomielite, tétano, coqueluche, influenza e sarampo.

ASCOM/MS


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Informe MS



 

Ministério da Saúde divulga cronograma do Programa Nacional de Vacinação de 2023

Data de publicação: 31/01/2023


Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis


Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 em pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência. Aumentar as coberturas vacinais, que apresentaram índices alarmantes nos últimos anos, é prioridade do Governo Federal.

Também está prevista a intensificação na campanha de Influenza, em abril, antes da chegada do inverno, quando as baixas temperaturas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Haverá, ainda, ação de multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas.

“Estamos diante de um cenário de baixas coberturas. Foi atacada a confiança da nossa população nas nossas vacinas. É fundamental retomar a rotina de vacinação para evitarmos epidemias de doenças, inclusive, já controladas”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.

As etapas e fases foram organizadas de acordo com os estoques existentes, as novas encomendas realizadas e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes das vacinas. O cronograma foi pactuado durante várias reuniões, desde o começo do ano, com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), técnicos e especialistas da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Ctai) e na primeira reunião de 2023 da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), e pode ser alterado, adiantado ou sobreposto, caso o cenário de entregas seja modificado ou tão logo novos laboratórios tenham suas solicitações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Veja o cronograma de cinco etapas:

Etapa 1 - fevereiro
Vacinação contra Covid-19 (reforço com a vacina bivalente)
(estimativa populacional: 52 milhões)

Público-alvo:
• Pessoas com maior risco de formas graves de Covid-19;
• Pessoas com mais de 60 anos;
• Gestantes e puérperas;
• Pacientes imunocomprometidos;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP);
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Trabalhadores e trabalhadoras da saúde.

Etapa 2 - março
Intensificação da vacinação contra Covid-19

Público alvo:
• Toda a população com mais de 12 anos.

Etapa 3 – março
Intensificação da vacinação de Covid-19 entre crianças e adolescentes

Público alvo:
• Crianças de 6 meses a 17 anos.

Estratégias e ações:
• Mobilizar a comunidade escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação; 

Etapa 4 – abril
Vacinação de Influenza

Público-alvo:
• Pessoas com mais de 60 anos;
• Adolescentes em medidas socioeducativas;
• Caminhoneiros e caminhoneiras;
• Crianças de 6 meses a 4 anos;
• Forças Armadas;
• Forças de Segurança e Salvamento;
• Gestantes e puérperas;
• Pessoas com deficiência;
• Pessoas com comorbidades;
• População privada de liberdade;
• Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
• Professoras e professores;
• Profissionais de transporte coletivo;
• Profissionais portuários;
• Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;
• Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.

Etapa 5 - maio
Multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas

Estratégias e ações:
• Mobilizar a comunidade escolar, com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; reduzir bolsões de não vacinados; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação; 

Baixa cobertura
O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção.

Veja aqui as coberturas vacinais por tipo de vacinas, por ano e por grupo no Brasil, de 2012 a 2022.

Diante do cenário de baixas coberturas vacinais, desabastecimento, risco de epidemias de poliomielite e sarampo, além da queda de confiança nas vacinas, o Ministério da Saúde realizou ao longo do mês de janeiro uma série de reuniões envolvendo outros ministérios.

É importante ressaltar que para todas as estratégias de vacinação propostas, as ações de comunicação e de comprometimento da sociedade serão essenciais para que as campanhas tenham efeito. A população precisa ser esclarecida sobre a importância da vacinação e os riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.

Os principais parceiros do Ministério da Saúde no Programa Nacional de Vacinação 2023 são o Ministério da Educação e os governos estaduais e municipais.

"A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvidas, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, diz a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.

Ascom/MS


segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Informe MS



 

Vacinação: documento técnico reforça recomendações à Atenção Primária para ampliar a imunização da população

Data de publicação: 07/12/2022


Nota Técnica publicada pelo Ministério da Saúde traz 15 recomendações a gestores e profissionais da APS, com intuito de contribuir para a ampliação da cobertura vacinal nacional, prevista no Programa Nacional de Imunizações (PNI)


 

A Nota Técnica 283/2022 CGESF/DESF/SAPS/MS elaborada de forma conjunta pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) e a Secretaria de Vigilância Sanitária (SVS), com base no Programa Nacional de Imunizações (PNI), elenca 15 recomendações direcionadas a profissionais e gestores da APS, mais Passo a Passo sobre registro das informações de vacinação.

Considerando dados oficiais sobre a necessidade de ampliar as coberturas vacinais, o documento reconhece as ações de vacinação como estratégia de cuidado no âmbito da APS, reforça a importância de protocolos, normativas, procedimentos de manuseio e administração das doses de vacinas, como formas de garantir melhorarias no acesso e qualidade das ações de saúde ofertadas à população.

De acordo com a NT 283/2022, “Fazem-se necessárias ações no âmbito do Programa Nacional de Imunizações, responsável pela política de vacinação, e da Atenção Primária a Saúde, que operacionaliza as ações de vacinação e induz a qualificação do processo de trabalho dos profissionais das equipes atuantes no território”.

A primeira recomendação para mitigar o decréscimo na cobertura vacinal é “Conhecer as vacinas e os intervalos preconizados pelo Calendário Nacional de Vacinação”. Monitoramento realizado pelo Ministério da Saúde identificou queda na vacinação da população a partir de 2016, com agravamento entre 2020 e 2021.

Alinhada ao Programa da SVS, a Saps mantém iniciativas que vão além das salas de vacinação, equipadas e com profissionais capacitados, com monitoramento da situação vacinal por meio do Indicador sobre ‘‘Proporção de crianças de 1 (um) ano de idade vacinadas na APS contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B, infecções causadas por haemophilus influenza e tipo b e Poliomielite inativada”, do Previne Brasil, programa de financiamento da Atenção Primária. O indicador avalia a proporção da cobertura em Vigilância Sanitária, a partir da atuação das equipes da APS nos municípios.

Confira 5 das 15 recomendações descritas na nota técnica:

- Conhecer as vacinas e os intervalos preconizados pelo Calendário Nacional de Vacinação;

- Realizar educação permanente e continuada com os profissionais da APS para qualificar as práticas em relação à vacinação e aprimorar a qualidade do registro das informações de saúde;

- Orientar pais/responsáveis e a população sobre a importância de manter as vacinas em dia, assim como sobre os benefícios da imunização para garantia à saúde em todos os ciclos de vida;

- Orientar — durante a realização da consulta de pré-natal e de puericultura, as visitas domiciliares, os atendimentos individuais e coletivos —, bem como em todos os demais contatos entre as equipes de saúde e a população - sobre a importância da administração das vacinas preconizadas no Calendário Nacional de Vacinação;

- Elaborar estratégias locais e realizar ações educativas de comunicação em saúde, direcionadas à comunidade, para sensibilização da importância de manter o esquema vacinal completo, combatendo as fake news relacionadas à imunização e movimentos antivacinação.

Acesse íntegra da NT 283/2022 CGESF/DESF/SAPS/MS, que inclui Passo a Passo para registros das informações sobre vacinação.

 

 

 

Adaptado ASCOM/MS

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Informe MS

 



Novo Relatório de Vacinas Registradas na APS já está disponível para consulta no Sisab

Data de publicação: 25/10/2022


Documento visa dar subsídios a gestores municipais e estaduais no processo de planejamento, gestão e avaliação das ações de vacinação nos serviços de Atenção Primária à Saúde


Foto: Raquel Portugal/Fiocruz

O Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (Sisab) acaba de disponibilizar mais uma ferramenta de monitoramento: o Relatório de Vacinas Registradas na APS. Tanto gestores municipais quanto estaduais podem acompanhar o registro das vacinas nos respectivos territórios.

Além de fornecer subsídios para o processo de planejamento, gestão e avaliação das ações de vacinação nos serviços, o monitoramento pode ser uma estratégia para verificar a capacidade de absorção e o desempenho da Atenção Primária à Saúde (APS). O relatório permite fazer essa análise indireta no que diz respeito à capilaridade do acesso às vacinas na APS e, consequentemente, na prevenção e no combate aos agravos imunopreveníveis.

A ferramenta de monitoramento também fornece aos gestores informações de transcrição das cadernetas de vacinação, ou seja, registros feitos originalmente apenas na caderneta física, agora inseridos no sistema (e-SUS APS). Além da administração da vacina, é importante que se mantenha a caderneta sempre atualizada. O Ministério da Saúde ainda recomenda que a transcrição das vacinas para a plataforma online seja feita por qualquer profissional de saúde que observe a ausência de doses anteriormente administradas, mesmo que em outros estabelecimentos, no sistema. Vale destacar a importância da abordagem integral realizada pela equipe da APS durante os atendimentos, a fim de promover a vigilância em saúde, com acompanhamento sistemático da situação vacinal dos indivíduos sob responsabilidade de cuidado.

Nota Técnica do relatório funciona como documento orientador, no qual estão descritas as regras de extração aplicadas e as variáveis disponíveis. O relatório completo no Sisab deve ser acessado por meio do e-Gestor AB com seu login e senha – o acesso restrito na plataforma exige cadastro prévio no sistema, conforme cada perfil de usuário, respeitando a proteção de dados pessoais prevista na Lei Nº 13.709/2018. As informações, que podem ser visualizadas em tela ou baixado em formatos XLSX, CSV ou ODS, estão disponíveis em competências mensais e com nível de visualização máximo por município.

CCOM/Saps/MS



quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Informe MS

 



PNI: entenda como funciona um dos maiores programas de vacinação do mundo

Data de publicação: 05/08/2022


Saiba como são feitas as ações de imunização em todo Brasil e a diferença para o PNO


Foto: Erasmo Salomão

Um dos maiores programas de vacinação do mundo que, nos últimos 49 anos, levou o Brasil a eliminação e controle de várias doenças imunopreveníveis: o PNI é patrimônio de todos os brasileiros e referência internacional. A abreviação é para o Programa Nacional de Imunizações, responsável por elaborar a política de vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina até a definição do público que será imunizado.

O programa de imunizações brasileiro oferece, de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mais de 20 imunizantes para diversas doenças, sendo 17 vacinas para crianças, sete para adolescentes, cinco para adultos e idosos e três para gestantes. Todas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação, um documento que estabelece a aplicação das vacinas de rotina para cada fase da vida.

História e papel do PNI

Criado em 1973, o Programa Nacional de Imunizações – o PNI – é responsável pela Política Nacional de Imunizações que visa reduzir a transmissão de doenças imunopreveníveis, ocorrência de casos graves e óbitos, com fortalecimento de ações integradas de vigilância em saúde para promoção, proteção e prevenção em saúde da população brasileira.

O PNI é responsável por definir a política de vacinação do País, desde a aquisição dos imunobiológicos até a sua disponibilização nas salas de vacinação, estabelecimento de normas e diretrizes sobre as indicações e recomendações da vacinação em todo o Brasil.

Com quase 50 anos de existência e 47 diferentes imunobiológicos ofertados, o PNI é um dos maiores programas de vacinação do mundo, reconhecido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS), como referência mundial.
O PNI também é responsável pela definição do Calendário Nacional de Vacinação, que contempla todas as vacinas de rotina. Essa diretriz importante acompanha todos os brasileiros desde o primeiro dia de vida, orientando o período e as vacinas que devem ser tomadas.

Vacinas do Calendário de Vacinação

• BCG
• Hepatite B
• Penta (DTP/Hib/Hep B)
• Vacina Pneumocócica 10 valente
• VIP (Vacina Inativada Poliomielite)
• VRH (Vacina Rotavírus Humano)
• Meningocócica C (conjugada)
• VOP (Vacina Oral Poliomielite)
• Febre amarela
• Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba)
• Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela)
• Hepatite A
• DTP (tríplice bacteriana)
• Varicela
• HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano)

Entenda o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO)

Também sob a coordenação da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), está o PNO - Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. As siglas são semelhantes, mas as funções são diferentes.

Após a aprovação da primeira vacina Covid-19 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para aplicação nos brasileiros, o Ministério da Saúde já havia estruturado um documento que seria o norte da campanha de vacinação, com diretrizes e orientações importantes para estados e municípios, garantindo que a campanha ocorresse de forma igualitária em todo país - o PNO. Isso foi necessário diante da emergência causada pelo vírus e do pouco tempo para a estruturação de uma campanha de vacinação.

O PNO foi construído pelo Ministério da Saúde, em conjunto com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) com estreita parceria com as Sociedades Científicas, Conselhos de Classe e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

O PNO define e detalha a operacionalização da vacinação contra a Covid-19 em território nacional, dando suporte aos estados e municípios, bem como, aos profissionais de saúde no planejamento e operacionalização da vacinação. Desde o começo da campanha, já foram distribuídas cerca de 520 milhões de vacinas para os estados e o Distrito Federal.

Vacina Covid-19

Para que qualquer vacina seja incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação do PNI, é necessária uma avaliação técnica, considerando vários aspectos, como a situação epidemiológica, o comportamento da doença ao longo do tempo e o tipo de vacina. Esse processo também passa pela análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

É importante esclarecer que as vacinas Covid-19 utilizadas no Brasil - Astrazeneca, Janssen, Pfizer e Coronavac - continuam seguindo as diretrizes do PNO e a campanha nacional de vacinação está avançando a partir das recomendações do Ministério da Saúde publicadas nas atualizações do documento que está na 13ª edição. Portanto, os imunizantes contra a Covid-19 precisam passar por uma série de etapas antes da definição pela inclusão ao calendário, respeitando o processo técnico de incorporação definido pelo Ministério da Saúde.

Ministério da Saúde



quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Informe MS



 

Ministério da Saúde reforça importância da vacinação contra a Influenza

Data de publicação: 01/08/2022


Crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos e professores estão entre público prioritário na campanha


Foto: Myke Sena

 

A campanha de vacinação contra a Influenza segue em andamento em todo o Brasil. O objetivo da mobilização é prevenir complicações decorrentes da doença, diminuir óbitos e a pressão sobre o sistema de saúde.

Ao todo, 80 milhões de doses foram distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal. Até o momento, 50 milhões de doses foram aplicadas, sendo 33,6 milhões nos grupos específicos formados exclusivamente por crianças, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas, idosos e professores.

Para se vacinar, é só comparecer em uma unidade de saúde levando a caderneta de vacinação e um documento com foto para que os profissionais de saúde localizem o cadastro no sistema de informação. No entanto, não ter a caderneta em mãos não é impeditivo para tomar as vacinas ofertadas pelo Ministério da Saúde.

Todos os dados sobre vacinação contra a gripe estão no sistema LocalizaSUS.

Ministério da Saúde


segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Informe MS



 

Saiba como excluir e retificar registros de vacinas no e-SUS APS

Data de publicação: 26/07/2022


Funcionalidade está disponível desde outubro do ano passado. Confira o passo a passo


Imagem: Manual do e-SUS APS/Divulgação

Talvez você ainda não saiba, mas a versão 4.3.5 do e-SUS APS, lançada em outubro de 2021 para profissionais da Atenção Primária à Saúde, permite excluir e retificar registros de vacinas no sistema. Assim, as alterações realizadas são disponibilizadas de forma automatizada nas bases de dados federais.

No e-SUS PEC (Prontuário Eletrônico do Cidadão), o sistema permite a exclusão de registro de dose aplicada em atendimento ao cidadão, desde que seja feita pelo mesmo profissional que realizou o registro e o atendimento. Após a exclusão, é necessário fazer um novo registro no CDS (Coleta de Dados Simplificada) com as informações corretas.

Em relação ao registro no e-SUS CDS, também pode ser realizada a exclusão ou a retificação do registro de vacina, desde que a ficha já esteja enviada e processada. O manual que contém o passo a passo para as correções está disponível nos links abaixo:

No caso dos estabelecimentos que utilizam sistemas próprios, integrados por meio das tecnologias Apache Thrift ou XML, a exclusão pode ser feita no e-SUS CDS, conforme descrito no instrutivo acima. No entanto, o procedimento deve ocorrer após a importação do arquivo Thrift/XML e anteriormente à transmissão dos dados ao Centralizador Nacional. Para mais informações sobre sistemas próprios, acesse a página com os documentos de integração do e-SUS APS.

CCOM/Saps/MS


segunda-feira, 25 de julho de 2022

Informe MS



 

Ministério da Saúde divulga orientações para vacinação de crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19

Data de publicação: 20/07/2022


Imunização deve seguir ordem de prioridades, começando pelas crianças imunocomprometidas


O Ministério da Saúde recomenda que a vacinação deve começar pelas crianças de 3 a 4 anos imunocomprometidas e depois as crianças com 4 anos, seguidas daquelas com 3 anos de idade. (Imagem: Agência Brasil-EBC)

 

O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (19), as orientações para a vacinação de crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19. Segundo a Nota Técnica publicada pela Pasta, a imunização deve ser realizada por grupos prioritários, conforme os estoques da vacina Coronavac disponíveis nos estados e Distrito Federal.

O imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vacinação de crianças na última quinta-feira (14). Os técnicos da agência reguladora consideraram os estudos de efetividade e segurança da vacina nessa faixa-etária. O tema também foi amplamente discutido pelos técnicos da Câmara Técnica Assessora em Imunizações-Covid-19 (CTAI), que também orientaram pela ampliação da vacinação para esse público.

Segundo a recomendação do Ministério da Saúde, a vacinação deve começar pelas crianças de 3 a 4 anos imunocomprometidas e depois, o imunizante deve ser destinado para as crianças com 4 anos, seguidas pelas crianças de 3 anos de idade. O intervalo entre a primeira e a segunda dose da Coronavac deve ser de 28 dias. A pasta recomenda que, para o público a partir dos 5 anos, deve ser aplicada a vacina da Pfizer, já aprovada para a faixa-etária de 5 a 11 anos.

O Ministério da Saúde segue em tratativas com o Instituto Butantan, fabricante da Coronavac no Brasil, e com o Consórcio Covax, para aquisição de novas doses.

 

Ministério da Saúde

segunda-feira, 11 de julho de 2022

Informe MS

 



Vacina da febre amarela é indicada em todo território nacional para as pessoas entre nove meses a 59 anos

Data de publicação: 05/07/2022


Cerca de 15% das pessoas contaminadas podem desenvolver formas graves da febre amarela. A prevenção de surtos e óbitos depende de ações preventivas, como a vacinação


Foto: Mike Sena

Pele e mucosas amareladas, febre alta e hemorragias são algumas das complicações que a febre amarela pode causar. O vírus é transmitido pela picada de mosquitos infectados e não há transmissão direta de pessoa para pessoa. A doença tem importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação, além do risco de reurbanização do contágio em áreas infestadas pelo mosquito Aedes aegypti. A prevenção de surtos e óbitos depende de ações preventivas, como a vacinação.

A vacina da febre amarela está indicada em todo território nacional para as pessoas entre nove meses a 59 anos de idade e é ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. Para se imunizar, basta comparecer a uma sala de vacinação. Esta é a principal forma de prevenir a doença.

Sintomas
Os sintomas iniciais da febre amarela são:
início súbito de febre;
calafrios;
dor de cabeça intensa;
dores nas costas;
dores no corpo em geral;
náuseas e vômitos;
fadiga e fraqueza.


A maioria das pessoas melhoram após estes sintomas iniciais. No entanto, cerca de 15% apresentam um breve período sem sintomas (até um dia) e, então, desenvolvem as formas graves da doença, que podem levar ao óbito.

Ao identificar alguns desses sintomas, é importante que a pessoa procure um médico na unidade de saúde mais próxima e informe sobre qualquer viagem ou atividade com exposição em áreas rurais ou de mata nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas. Importante informar também se recebeu a vacina contra febre amarela e, se possível, leve a Caderneta de Vacinação com informações detalhadas.

Prevenção

Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema vacinal de apenas uma dose durante toda a vida, medida que está de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Para as crianças menores de cinco anos de idade, estão indicadas uma dose aos nove meses de vida e uma dose de reforço aos 4 anos.

Macacos não transmitem febre amarela!
Eles são importantes sentinelas nas regiões onde o vírus está circulando. Macacos mortos são analisados em exames específicos para detectar se a causa da morte foi de fato a doença. Este trabalho já aciona alerta de cuidado com as pessoas, antes que estas adoeçam. Informe um profissional ou serviço de saúde da sua localidade, se encontrar macacos mortos ou doentes.

Transmissão

A febre amarela possui dois ciclos de transmissão: a silvestre, quando acontece entre macacos ou mosquitos e o homem se infecta acidentalmente ao frequentar áreas rurais ou de floresta; e a urbana - sem registro no Brasil desde 1942, quando o homem é o hospedeiro principal e o Aedes aegypti é o vetor primário.

Entre julho de 2021 e maio de 2022, foram notificadas 1.093 epizootias (ocorrência em animais) suspeitas de febre amarela, das quais 25 (2,3%) foram confirmadas por critério laboratorial. No mesmo período, 4 casos da doença foram confirmados em humanos. A transmissão do vírus entre primatas foi registrada no Pará, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, cenário que sinaliza a circulação ativa do vírus nesses estados e o aumento do risco de transmissão aos humanos durante o período sazonal. Os casos humanos confirmados tiveram local provável de infecção no Pará e em Tocantins.

Ministério da Saúde

Informe MS



Vacina tríplice viral: saiba quem pode se imunizar

Data de publicação: 05/07/2022


Imunizante protege contra o sarampo e também previne a caxumba e a rubéola


Foto: Gov.br

Após a campanha de vacinação para a proteção das crianças e profissionais de saúde contra o sarampo, a vacina tríplice viral segue disponível nas unidades de saúde e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação.

No Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina previne o sarampo, a caxumba e a rubéola. No Calendário Nacional de Vacinação, o imunizante está disponível para pessoas de 12 meses a 59 anos de idade, sendo recomendadas duas doses até 29 anos e uma dose de 30 a 50 anos, em pessoas não vacinadas. A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção contra o sarampo e o objetivo é interromper a circulação do vírus e reduzir complicações e o número de óbitos pela doença.

Saiba como identificar os principais sintomas da doença, os riscos e as orientações importantes sobre o sarampo.

Transmissão

O sarampo é causado por um vírus altamente transmissível. A contaminação ocorre quando a pessoa doente tosse, fala, espirra ou respira próximo de outras pessoas.

Sintomas

Febre, manchas vermelhas pelo corpo, tosse, irritação nos olhos, nariz escorrendo ou entupido são sinais de alerta. Os sintomas da doença podem aparecer em torno de 3 a 5 dias, como manchas vermelhas no rosto e atrás das orelhas, que em seguida se espalham pelo corpo. Após o aparecimento das manchas, a persistência da febre é um sinal de atenção e pode indicar gravidade, principalmente em crianças menores de 5 anos de idade.

Complicações

Alguns grupos são mais vulneráveis aos sintomas mais graves e sequelas causadas pelo sarampo. No caso das crianças, elas podem desenvolver pneumonia, infecções de ouvido e encefalite. A pneumonia em decorrência do sarampo também é comum em adultos.

Já para as gestantes, o sarampo pode causar o parto prematuro e o bebê pode nascer com baixo peso. É importante que a mulher se vacine antes de engravidar, já que a dose é contraindicada durante a gestação.

Tratamento

Não existe tratamento específico para o sarampo. Os medicamentos são utilizados para reduzir o desconforto ocasionado pelos sintomas da doença. É importante não fazer uso de nenhum medicamento sem orientação médica e procurar o serviço de saúde mais próximo, caso apresente os sintomas.

Ministério da Saúde
 



 

sexta-feira, 3 de junho de 2022

Informe MS

 



Ministério da Saúde prorroga Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe e Sarampo

Data de publicação: 03/06/2022


Públicos prioritários para os dois imunizantes podem se vacinar até o dia 24 de junho. A prorrogação da campanha tem o objetivo de aumentar as coberturas vacinais para as duas doenças.


Foto: Mike Sena/MS


Os públicos prioritários da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe e Sarampo podem procurar os postos de vacinação de todo Brasil até o dia 24 de junho. A prorrogação da campanha, divulgada nesta quinta-feira (2) pelo Ministério da Saúde, tem o objetivo de aumentar as coberturas vacinais para as duas doenças.

A partir do dia 25 de junho, estados e municípios poderão ampliar a campanha contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses, enquanto durarem os estoques da vacina Influenza. O Ministério da Saúde já distribuiu quase 80 milhões de doses para todo país.

Já a imunização contra o sarampo faz parte do Calendário Nacional de Vacinação e os imunizantes estão disponíveis durante todo o ano. A campanha de vacinação começou no dia 4 de abril.

Reforço da vacinação
Mais de 77 milhões de brasileiros estão nos grupos prioritários para a vacinação contra a gripe. Até agora, a cobertura vacinal chegou a 44%. O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação para evitar os casos graves da doença, principalmente durante os meses mais frios do ano.

Quem pode se vacinar contra gripe
• Idosos acima de 60 anos;
• Trabalhadores da saúde;
• Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
• Gestantes e puérperas;
• Povos indígenas;
• Professores;
• Pessoas com comorbidades;
• Pessoas com deficiência permanente;
• Forças de segurança e salvamento e Forças Armadas;
• Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
• Trabalhadores portuários;
• Funcionários do sistema prisional;
• Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
• População privada de liberdade.

Público-alvo da campanha contra o sarampo
• Trabalhadores da saúde;
• Crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);

Ministério da Saúde

 


sexta-feira, 29 de abril de 2022

Informe MS




Agente comunitário de saúde, é hora de mobilizar sua comunidade para se vacinar

Data de publicação: 28/04/2022


Objetivo é incentivar a vacinação contra a gripe e o sarampo no Dia D, que ocorrerá no próximo sábado (30) em todo o País. Profissionais têm papel importante na aproximação com as pessoas


No próximo dia 30 de abril, o Ministério da Saúde promoverá o Dia D. A ação tem o intuito de imunizar a população contra a gripe e o sarampo e, para atingir esse objetivo, os agentes comunitários de saúde (ACS) de todo o Brasil estão convidados a mobilizar as comunidades em torno da campanha no final desta semana.

O secretário de Atenção Primária da pasta, Raphael Câmara, lembra que o Sistema Único de Saúde (SUS) conta com 288,2 mil ACS, e reconhece o trabalho desses profissionais. “Os agentes comunitários são indispensáveis para uma campanha de vacinação de sucesso. Por isso, contamos com vocês para convidar os cidadãos a participarem do Dia D no sábado e, assim, protegermos a sociedade dessas doenças evitáveis”, ressalta. 

Confira quem pode se vacinar neste momento:

 

Nas Américas e no mundo

Até o dia 30 de abril, também acontece a 20ª Semana de Imunização nas Américas. Com o tema “Você está protegido? Tome todas as vacinas”. O evento é promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), juntamente com os países e territórios da Região das Américas e seus parceiros. Em paralelo, ainda é realizada a 11ª Semana Mundial de Imunização (SMI).

As campanhas são importantes para a prevenção, o controle e a erradicação das doenças imunopreveníveis, e, no caso das Américas, o objetivo é  incentivar a população a completar os esquemas vacinais contra o sarampo, a gripe, a poliomielite e a covid-19.

O PNI

O Brasil conta com um dos maiores programas públicos de vacinação do mundo. O Programa Nacional de Imunização (PNI) distribui gratuitamente cerca de 300 milhões de doses de vacinas todos os anos, que protegem contra diversos agentes etiológicos.

Em cada uma das mais de 35 mil salas de vacinação espalhadas pelo País, existem imunizantes disponíveis para que a população procure uma unidade de saúde e possa colocar as cadernetas de vacinação em dia. As vacinas oferecidas pelo Ministério da Saúde são seguras, eficazes e garantem a imunidade do paciente.

Laísa Queiroz com informações da Ascom/MS