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sexta-feira, 30 de junho de 2023

Informe MS



 

ORGULHO LGBT+: celebração e luta por políticas públicas de cidadania e saúde

Data de publicação: 28/06/2023


A atual gestão do governo federal tem buscado fortalecer as ações de cuidado com respeito à diversidade e com participação social


Foto: Reprodução/MDHC

O Dia do Orgulho LGBT+ é comemorado mundialmente em 28 de junho como um marco na luta por direitos, justiça social e políticas públicas para a sua população. Além de ser uma celebração da vida e da diversidade, a data se faz importante porque grande parte da sociedade encara as questões de identidade de gênero e de orientação sexual de maneira preconceituosa. Isso incide diretamente na saúde física e mental dessa população e pode desencadear processos de sofrimento, adoecimento e morte, pois contribui para que esse público enfrente diversas barreiras e violências para acessar direitos e serviços de saúde.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde incorporou a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, publicada em 2011, por meio da portaria nº 2836, com o objetivo de promover a saúde integral da população LGBT+, eliminando a discriminação e o preconceito institucional e contribuindo para a redução das desigualdades, bem como para consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) como sistema universal, integral e equânime. A atual gestão do governo federal tem buscado fortalecer as ações de cuidado na promoção da saúde com garantia de equidade para populações específicas, com respeito à representatividade e com participação social.

A universalidade de acesso, a integralidade de cuidado e a equidade de direitos são princípios do SUS e apresentam-se não apenas como o direito à saúde garantido mediante políticas públicas, mas também apontam para a questão do direito à vida e à igualdade de oportunidades sem distinção de raça/etnia, sexo, religião ou qualquer outra forma de discriminação das cidadãs e dos cidadãos brasileiros.

Essa perspectiva de respeitar a identidade de gênero e a orientação sexual de todas, todos e todes contribui para que as pessoas usuárias dos serviços de saúde se sintam acolhidas. Quando se operacionaliza o princípio da equidade, faz-se necessário promover educação permanente e continuada para além dos médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde e considerar todas e todos os trabalhadores envolvidos desde a recepção, administração, segurança e limpeza.

Nome social

O uso do nome social no Ministério da Saúde foi instituído em 2009 e incorporado no cartão do SUS, contribuindo para que a comunidade LGBT+ acesse o direito de ter o seu nome respeitado no atendimento em saúde. Desrespeitar o nome social é violação de direito, ainda que não tenha sido feita a retificação do documento.

Caso o nome social ou a retificação do registro civil sejam desrespeitados, os canais para fazer uma denúncia são: delegacias especializadas para registrar boletim de ocorrência; 190, da Polícia Militar, caso seja flagrante; e Disque 100, canal do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No SUS, é possível recorrer à ouvidoria por meio do número 136 ou pelo site. 

Princípios de Yogyakarta e a importância para os direitos LGBT+

Em 2006, especialistas de 25 países se reuniram em Yogyakarta, na Indonésia, e assinaram os Princípios de Yogyakarta, documento que contempla um conjunto de princípios e recomendações sobre a aplicação da legislação internacional de direitos humanos em relação à orientação sexual e à identidade de gênero, visando à promoção e à proteção desses direitos. O Supremo Tribunal Federal do Brasil já citou esses princípios em vários despachos, como na decisão que criminalizou a homotransfobia; na decisão que entendeu pela inconstitucionalidade da proibição de doação de sangue por parte da comunidade LGBT+; e no reconhecimento da união estável homoafetiva.

Breve contextualização

O movimento LGBT+ ganhou mais notoriedade com a revolta de Stonewall, nos Estados Unidos, quando em 28 de junho de 1969, parte da comunidade enfrentou a violência policial, fato que promoveu a realização da primeira marcha do orgulho. Assim, o Dia do Orgulho LGBT+ é celebrado em homenagem a uma data histórica para a comunidade.

Ministério da Saúde
 


terça-feira, 31 de janeiro de 2023

Informe MS



 

Diversidade: no Dia Nacional da Visibilidade Trans, Saúde reafirma importância de intensificar ações contra discriminação

Data de publicação: 30/01/2023


Na terça (31), webinário vai discutir saúde, respeito e inclusão social; evento será transmitido ao vivo


O objetivo é promover debate sobre os desafios e perspectivas para a ampliação do acesso às estratégias de prevenção em serviços de saúde (Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil)

 

Um marco na história do movimento contra a transfobia e pelos direitos humanos. No dia 29 de janeiro de 2004, o Ministério da Saúde organizou, em Brasília (DF), um ato nacional para lançamento da campanha “Travesti e Respeito”. Tendo em vista a trajetória dessa população, que foi e continua sendo uma das mais vulnerabilizadas, sofrendo todo tipo de estigma e discriminação, é fato que o cenário impacta diretamente no acesso aos bens e serviços de saúde. Nesse contexto, no Dia Nacional da Visibilidade Trans, a Pasta reafirma a importância de se intensificar ações em defesa da pauta.

Por meio do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, o Ministério da Saúde é pioneiro no diálogo e na construção de respostas com ações de enfrentamento ao HIV e demais agravos de saúde, na busca da sensibilização da sociedade por mais conhecimento e reconhecimento das identidades de gênero.

Como expresso na Constituição Federal, a saúde deve ser compreendida a partir de uma concepção ampliada e garantida como direito de todos(as) e dever do Estado. É nesse sentido que as políticas públicas de saúde devem considerar conceitos de gênero, orientação social, raça/cor e etnia, por exemplo, como elementos de diversidade e dos direitos humanos.

Webinário
Ao pensar em ações de enfrentamento ao HIV, tuberculose, hepatites virais e outras IST, considera-se que o cuidado das pessoas trans deve estar em consonância com a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, que também é fruto de uma política universal do SUS.

Nesse sentido, o Ministério da Saúde reúne, na próxima terça-feira (31), a população trans e não-binária, trabalhadores(as) da saúde e outros segmentos da sociedade civil, como academia e gestores, para o “Webinário alusivo ao Dia Nacional da Visibilidade Trans: saúde, respeito e inclusão social”. O evento será transmitido ao vivo, entre 14 e 17 horas. Entre as participações previstas, estão:

- Representantes dos ministérios da Saúde e dos Direitos Humanos;

- Alícia Kruger, consultora de Políticas de Inclusão, Diversidade e Equidade em Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS), como moderadora;

- Tatianna Meireles Dantas de Alencar, analista técnica de Políticas Sociais do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (SVSA/MS), palestrante com o tema “Desafios para ampliação do acesso da população trans às estratégias de prevenção combinada ao HIV no SUS”;

- Emília Moreira Jalil, pesquisadora doutora do Instituto Nacional de Infectologia da Fundação Oswaldo Cruz, palestrante com o tema “A experiência do INI/Fiocruz na condução de estudos de PrEP para a população Trans”;

- Ariadne Ribeiro, oficial para Comunidades, Gênero e Direitos Humanos-UNAIDS, como mediadora;

- Além de debatedores da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), Rede Nacional de Pessoas Trans (REDTRANS), Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros (FONATRANS), Rede de Pessoas Trans Vivendo com HIV/Aids (RNTTHP), Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT), Liga TransMasculina João W. Nery e Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

O objetivo é promover debate sobre os desafios e perspectivas para a ampliação do acesso às estratégias de prevenção em serviços de saúde, considerando que ainda persistem altos índices de discriminação, acolhimento inadequado, ausência de políticas públicas e programas específicos voltados ao combate ao preconceito.

 

Clique para acompanhar ao vivo.

 

Por Bianca Lima/Ministério da Saúde 

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Notícias

No próximo dia 18 de maio de 2022, das 14h às 15h, a Escola de governo em Saúde Pública de Pernambuco-ESPPE, irá transmitir ao vivo, o Seminário Caminhos da Integralidade: a trajetória da política de saúde no enfrentamento a lgbtfobia para garantia do direito ao acesso com acolhimento para a população  LGBT".

Para participar, acesse o link: https://videoconferencia.pe.gov.br/b/arn-nsg-fhl-gtf .

Para melhor visualização clique na imagem.


quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Notícias

Divulgamos o Curso: Construção de Cuidado e Acolhimento, voltados para a População LGBT nos Serviços de Saúde SUSPE

Data: 09/09/2021

Palestrante: Luiz Valério Soares da Cunha Júnior

Público alvo: Profissionais da UPAE e UPA24h

Programe-se para assistir ao vivo no dia marcado e receba certificação.‼️

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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Notícias

Não percam!!

Webpalestra: "Violência Sexual com LGBTQI+ construindo pontes e facilitando acessos na atenção à saúde."

Data: 13/07/2021

Horário: 14h


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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Notícias

Programe-se para nesta quinta, 28/01/2021, às 14h, assistir à webpalestra "Visibilidade Trans, existência como ato político". 

Não percam!!


 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Notícias

Considerando o Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, o NET-SES/PE e a Coordenação Estadual de Saúde LGBT organizaram a webpalestra "Racismo e LGBTfobia: quais os impactos na Saúde da População negra LGBT?"

Será nesta terça-feira, 17/11/2020, às 14h.



quinta-feira, 22 de outubro de 2020

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Notícias

 Confiram a agenda de webpalestras da próxima semana:

Para melhor visualização clique na imagem.


quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Notícias

Não percam a webpalestra desta quinta!!

Data: 27/08/2020

Horário: 14h

O cuidado às pessoas deve ser feito independentemente de escolhas sexuais e os profissionais de saúde devem promover a saúde em todas as fases da vida.