quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Informe MS

 



Médicos pelo Brasil abre novo processo seletivo com 2,1 mil vagas

Data de publicação: 27/09/2022


Certame para médicos bolsistas receberá inscrições até 6 de outubro. Já seleção para tutores foi prorrogada para o dia 3, próxima segunda-feira


Foto: Pixabay/Divulgação

Com o objetivo de levar saúde de qualidade para os locais que mais precisam, o programa Médicos pelo Brasil abriu mais um processo seletivo, desta vez para contratar 2.188 médicos bolsistas. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site da banca examinadora, o Instituto Americano de Desenvolvimento (Iades) até 6 de outubro.

Ao longo dos dois primeiros anos no programa, os profissionais contratados como bolsistas atuam na assistência e realizam curso de especialização em medicina de família e comunidade. Nesse período, recebem bolsa-formação no valor de R$ 15 mil mensais, com gratificação de R$ 3 mil adicionais para locais remotos (rurais e intermediários remotos) e de R$ 6 mil adicionais para Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Depois desses anos, os profissionais podem ser contratados via CLT.

Para concorrer às vagas, é preciso ter registro junto ao Conselho Regional de Medicina (CRM). As provas serão aplicadas no dia 16 de outubro, no turno vespertino, com duração de 3 horas e meia, de forma remota, online, obedecendo às exigências técnicas e normas de segurança de fiscalização definidas no edital. Serão avaliados conhecimentos gerais (língua portuguesa e conhecimentos do SUS) e específicos, em 50 questões que valem 100 pontos.

Além da seleção para médicos bolsistas, a Agência para o Desenvolvimento da Atenção Primária à Saúde (Adaps), que coordena o programa, também anunciou nesta terça-feira (27) a prorrogação das inscrições para a prova de médicos tutores, que seguem abertas até 3 de outubro. No total, os dois processos somam 2,5 mil vagas.

Tutores

São oferecidas 312 vagas para o cargo. Os profissionais que ingressam na carreira de tutor, com especialidade em medicina de família e comunidade ou clínica médica, são contratados via CLT, com salário inicial de R$ 15,7 mil. Há benefícios como férias remuneradas, 13º salário, recolhimento de contribuição ao FGTS e auxílio-alimentação, além de incentivos de tutoria (até R$ 2,6 mil), desempenho (R$ 1,4 mil) e gratificação para áreas remotas (R$ 3 mil). O vencimento pode chegar até R$ 22,7 mil.

Os interessados devem se inscrever até a próxima segunda-feira, e a prova será aplicada no dia 9 de outubro, também online, com duração de 3 horas e meia no turno vespertino. Em ambos os processos seletivos, a inscrição custa R$ 125.

O programa

O Médicos pelo Brasil é uma política de provimento médico federal para a Atenção Primária à Saúde, executada pela Adaps sob a supervisão do Ministério da Saúde, e começou a ser implementado em 2022. O principal objetivo da iniciativa é levar assistência de qualidade para as pessoas que vivem em regiões de difícil acesso e alta vulnerabilidade.

 

SERVIÇO
Processo seletivo do Programa Médicos pelo Brasil (PMpB)

Banca: Instituto Americano de Desenvolvimento – IADES
Edital e inscrições: www.iades.com.br
Informações sobre o programa: www.adapsbrasil.com.br

Tutores - 312 vagas
Edital: 1/2022
Inscrições: prorrogadas até 3 de outubro, às 22h (horário de Brasília)
Valor: R$ 125
Prova: 9 de outubro (vespertino, modalidade online)

Bolsistas - 2.188 vagas
Edital: 2/2022
Inscrições: até 6 de outubro, às 22h (horário de Brasília)
Valor: R$ 125
Prova: 16 de outubro (vespertino, modalidade online)

CCOM/Saps/MS com informações da Adaps


segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Notícias

 SIG Economia da Saúde

Financiamento do SUS

Palestrante: Cristina Paulino - COSEMS/PE

Data: 27/09/2022

Horário: 11h às 12h

Link do evento ao vivo:https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/nes-ses-pe

Link para inscrição e obter o certificado:https://telessaude.pe.gov.br/ead/course/view.php?id=113

Link da avaliação de satisfação:https://telessaude.pe.gov.br/ead/mod/feedback/view.php?id=2700


Notícias

WEBPALESTRAS - SEMANA 27/09 a 30/09/22 

Tema: Diagnóstico e tratamento do retinoblastoma infantojuvenil

Data:  27/09/2022

Horário: 10hrs 

Palestrante:

  • Dra. Virginia Torres 

Oftalmologista, Especialista em Oncologia Ocular e Professora da Universidade Federal de Pernambuco.

Moderador: 

  • Jonatas Gomes 

Coordenador da Gestão da Clínica/ DGAIS - Política de Oncologia 

---------------------------------------------------------------------------

Tema: Assistência perinatal ao recém-nascido

Data: 29/09/2022

Horário: 14hrs

Palestrante: 

  • José Henrique Moura

 Neonatologista da UFPE, do Hospital Memorial São José e Servidor da SES-PE

Moderadora: 

  • Karen Maciel 

Fisioterapeuta e Assessoria Técnica - SES/PE

-----------------------------------------------------------------------------------

Tema: Psoríase e os estigmas sociais 

Data: 30/09/2022

Horário: 14hrs 

Palestrantes: 

  • Rafaela Batista Vieira Fernandes 
  • Mariana Leal Guimarães 
  • Aryanne Katiuska da Silva Souza

Acadêmicas de Enfermagem da Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças da Universidade de Pernambuco (FENSG/UPE). Extensionistas do Projeto de Extensão Rede de apoio social a portador de violência conjuntural e estrutural. 

Moderadora: 

  • Maria Flávia Gondim de Morais Spinelli Alves

Bacharela em Direito. Mestranda em Perícias Forenses pela Faculdade de Odontologia de Pernambuco (FOP) da Universidade de Pernambuco 

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Informe MS



 

Método Canguru: Brasil recebe especialistas internacionais para atualizar evidências e aprimorar a assistência materno-infantil

Data de publicação: 23/09/2022


Avaliação de observadores internacionais coloca o Brasil entre os países com maior êxito na aplicação do método, que há 22 anos faz parte da política nacional de saúde


O encontro foi aberto pelo secretário nacional de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara. Foto: Fred Alves

 

O exemplo brasileiro trouxe ao País um time de especialistas internacionais em políticas de saúde materna, neonatal e infantil, para o “Encontro Internacional sobre o Método Canguru: trazendo o cuidado canguru imediato para o cotidiano de profissionais de saúde”.

O evento, aberto na quinta-feira (22), em Brasília-DF, foi proposto pela Academia Americana de Pediatria (AAP) e contou com o apoio do Ministério da Saúde.  “O Brasil abraçou o Método Canguru desde o seu surgimento, pelo potencial de entrega à saúde materno-infantil.  Graças ao método, contamos com excelentes resultados na diminuição da mortalidade neonatal, sobretudo em função do estímulo a esse contato pele a pele e ao aleitamento materno”, disse Raphael Câmara, secretário nacional de Atenção Primária à Saúde, em fala de abertura do evento.

O êxito do Brasil na implementação do Método Canguru e a liderança global da AAP, com o projeto Immediate Kangaroo Mother Care (IKMC), embasaram a troca de conhecimentos entre participantes do encontro, com cruzamento de informações, checagem evidências e apresentação de resultados de pesquisas. Tudo pela disseminação do método.

Método Canguru

O Método Canguru (MC) é um modelo de atenção perinatal que mira na qualificação do cuidado, por meio da abordagem humanizada. Utiliza estratégias de intervenção biopsicossocial que favorecem o cuidado ao recém-nascido, por meio da manutenção do vínculo com pai, mãe e família, articulando a atenção especializada e a atenção primária em saúde. 
O MC foi incorporado à política de saúde do Brasil em 2000, quando o Ministério da Saúde passou a desenvolver o Projeto de Disseminação e Fortalecimento do Método Canguru nas maternidades brasileiras. A permanente capacitação de profissionais de saúde é outra frente da política, que visa garantir a qualificação do cuidado neonatal, com foco nas diretrizes do MC e no monitoramento dos indicadores.

 “Sabemos da magnitude e da importância dessa política, por isso atuamos para ampliar sua abrangência em todos os estados. Essa política tem o aspecto fundamental de, além de frear a mortalidade, também trazer um desenvolvimento mais adequado para nossas crianças, desde o período gestacional”, explicou Janini Selva Ginani, coordenadora-geral de Saúde Perinatal e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde.

Panorama da mortalidade infantil

Lana de Lourdes destacou territórios prioritários nas ações contra a mortalidade infantil desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Foto: Fred Alves.

 

No mapa do Brasil, as regiões Norte e Nordeste figuram com 13,3% de taxa de mortalidade infantil, acima da média nacional (12,2%). O dado consta no levantamento Panorama da mortalidade infantil, apresentado pela Dra.Lana de Lourdes Aguiar Lima, diretora do Departamento de Saúde  Materno Infantil da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde. A chefe da pasta reforçou que o órgão tem esses territórios como prioritários nas ações contra a mortalidade infantil. “Temos atuado de forma mais incisiva, com ações mais fortalecidas nessas regiões, para reduzir a mortalidade nos próximos meses e anos”, destacou.

Na cartografia da atenção neonatal, que acompanha recém-nascidos até a 28º dia de vida, os estados de Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aparecem com expressivos percentuais de óbitos infantis por municípios.

A cada dado apresentado, a diretora evidenciou os desafios colocados, reiterando o compromisso do Ministério da Saúde em aprimorar o apoio e o estímulo ao desenvolvimento de estratégias que ajudem a superar o cenário de mortalidade infantil.
De acordo com o levantamento, no Brasil (2018 a 2022), 66,0% do total de óbitos infantis ocorrem por causas evitáveis, fundamento que, na análise de Lana de Lourdes, sinaliza para um “horizonte amplo de atuação” pela redução desses óbitos.

Marcos para a saúde materno-infantil e avanços atuais

Entre os apontamentos, a médica elencou marcos na construção da saúde pública no Brasil (1990 a 2020) e os impactos positivos na redução da mortalidade, destacando a implementação do Sistema Único de Saúde (SUS) e o início da Estratégia Saúde da Família. Avançando para a criação do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), Dra. Lana resgata a adoção do Método Canguru e a implantação da rede de atenção materna e infantil (Rede Cegonha).

A recente implementação da Rede de Atenção Materna e Infantil (Rami), em 2022, confirma mais uma ação da gestão federal pela atualização e consequente ampliação dessa área da assistência junto à população. Equipe técnica liderada pela Dra. Lana de Lourdes realiza visitas aos 26 estados brasileiros e ao Distrito Federal, para qualificar profissionais e gestores sobre essa nova estratégia, cuja proposta é reestruturar e ampliar os componentes da antiga rede.

“Na Rede Cegonha caminhávamos bastante incentivando a utilização de leitos, tanto de UTIs neonatais, como de risco gestacional. Com a Rami mantemos isso, mas agora também direcionamos esforços para o cuidado anterior, o cuidado ambulatorial [aquele apoio e acompanhamento para prevenção do dia a dia], com a importante resolutividade da Atenção Primária e capacidade de reduzir óbitos infantis e maternos no País”, explica a gestora, que defende a redução da demanda hospitalar.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Rami amplia o financiamento anual da saúde da mulher e da criança para R$ 1,5 bilhão por ano, com acréscimo de R$ 624 milhões a partir da reestruturação da antiga rede. Acesse para conhecer a Rami.


Confira repasses realizados de 2011 até 2021 para a atenção materno-infantil

  • Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (UCINCO)

R$ 588.239.366,69

  • Unidade de Cuidados Intermediários Canguru  (Ucinca)

R$ 219.813.795,23

  • Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN)

R$ 368.425.571,46
 

O evento, que tem participação restrita a profissionais da gestão em saúde e pesquisadores, segue programação na sexta-feira (23), com atividades como oficinas, rodas de conversas e projeção de vídeos. Acesse para conferir a programação.

 

CCOM-Saps/MS, por Mônica Olis e Fred Alves

Informe MS

 



Brasil recebe prêmio pelo Proteja, programa para deter avanço da obesidade infantil

Data de publicação: 21/09/2022


Premiação ocorreu durante evento organizado pela OMS, paralelo à abertura da 77ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas


Os esforços do Brasil para frear o avanço da obesidade infantil ganharam reconhecimento internacional, nesta quarta (21), durante evento da Organização Mundial da Saúde (OMS). A Estratégia de Prevenção e Atenção à Obesidade (Proteja), que está no âmbito da Atenção Primária, foi instituída com o objetivo de melhorar a saúde e a nutrição das crianças por meio de ações essenciais e complementares.

Em mensagem à OMS e representantes presentes no encontro virtual, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, destacou que atualmente 1,3 mil cidades já aderiram ao programa. “O Proteja conta com vinte ações essenciais e 41 ações complementares intersetoriais que promovem cidades mais saudáveis para as crianças e famílias brasileiras. Reconhecemos que as práticas alimentares são determinantes da saúde e nutrição das populações”, disse.

O Brasil foi selecionado para receber o prêmio “2022 UN Interagency Task Force and the WHO Special Programme on Primary Health Care Award”. A premiação reconhece a liderança e a notável contribuição do Ministério da Saúde do Brasil na ação multissetorial para a prevenção e controle das doenças crônicas não transmissíveis por meio do Proteja.

Proteja

A estratégia tem como objetivo deter o avanço da obesidade infantil e contribuir para o cuidado e melhoria da saúde e nutrição das crianças e famílias brasileiras. São eixos de ação para a implementação da Estratégia Nacional para Prevenção e Atenção à Obesidade Infantil (Proteja):

  • Vigilância alimentar e nutricional, promoção da saúde e de prevenção do ganho excessivo de peso, diagnóstico precoce e cuidado adequado às crianças, adolescentes e gestantes, no âmbito da Atenção Primária da Saúde;
  • Promoção da saúde nas escolas para torná-las espaços que promovam o consumo de alimentos adequados e saudáveis e a prática regular de atividade física;
  • Educação, comunicação e informação para promover a alimentação saudável e a prática de atividade física para toda a população brasileira;
  • Formação e educação permanente dos profissionais envolvidos no cuidado às crianças;
  • Articulações intersetoriais e de caráter comunitário, que promovam ambientes saudáveis e apoiem a alimentação saudável e a prática de atividade física no âmbito das cidades.

Ascom/MS



Informe MS

 



Sai relação dos municípios com adesão confirmada no Programa Médicos pelo Brasil

Data de publicação: 19/09/2022


A seleção superou a previsão inicial, confirmando a oferta de 2.360 vagas em 1.638 municípios


O chamamento registrou um número maior de adesões em relação à previsão inicial. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

 

Lista dos municípios que obtiveram confirmação da adesão ao Programa Médicos pelo Brasil (PMpB) está disponível no resultado final do 2º chamamento público de municípios indicados ao PMpB, divulgado pela Secretária de Atenção Primária à Saúde (Saps), nesta segunda-feira (19).

A seleção superou a previsão inicial, confirmando a oferta de 2.360 vagas (2.069 inicial) em 1.638 municípios (1.357 inicial). A apuração indica maior potencial para atender à população que vive em locais de maior vulnerabilidade e baixo provimento de profissionais médicos, além de ampliar a abrangência do Programa para todos os estados do País.


Divulgação cumpre última etapa do cronograma proposto para a seleção, aberta por meio do Edital Saps nº 14, de 05 de setembro de 2022 do Ministério da Saúde.

A ratificação dos pedidos conta com prévia indicação dos municípios pelos gestores da Saúde, que manifestam interesse em determinado quantitativo de vagas e firmam Termo de Adesão e Compromisso ao Programa Médicos pelo Brasil.


Acesse lista dos municípios indicados

Acompanhe também:

13/09/2022 - Programa Médicos pelo Brasil abre novo processo seletivo com 312 vagas para médicos tutores

08/09/2022 - Médicos pelo Brasil abre novo edital para adesão de municípios

21/08/2022 - O que mudou com o programa Médicos pelo Brasil

05/07/2022 - Médicos pelo Brasil: municípios devem escolher vagas disponíveis até dia 6 de julho

 

CCOM/MS, Mônica Olis


segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Notícias


 



Brasil desenvolve banco de dados clínicos hospitalares sobre COVID-19 para contribuir com a Plataforma Global da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Pesquisadores de instituições hospitalares desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial que extrai, armazena e aperfeiçoa a leitura de dados clínicos capaz de fornecer informações sobre as características clínicas e laboratoriais dos pacientes internados por Covid-19 no Brasil. A ferramenta já organizou uma central de dados clínicos anonimizados (chamado de data hub), inicialmente com mais de 100 mil notas clínicas estruturadas, provenientes de guias de internações, e de dados clínicos não estruturados, como prontuários clínicos, tendo por piloto o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Hospitais Universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) e Hospital Conceição de Porto Alegre (GHC).



Preprint – Protocolo de Estudo de Coorte da Rede Brasileira de Pesquisa Colaborativa em COVID-19: fortalecendo os dados globais da OMS

Manuscrito sobre o protocolo utilizado pela rede de hospitais brasileiros na 1ª fase da pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a caracterização das internações hospitalares por Covid-19 foi publicado no servidor MedRxiv, em formato preprint, visando à rápida disseminação da pesquisa entre pesquisadores da área da saúde. O objetivo é apresentar o protocolo e as estratégias utilizadas pela rede brasileira de hospitais para a alimentação da Plataforma Global de Dados Clínicos da Covid-19 da OMS, por meio da coleta sistematizada de dados clínicos anonimizados de pacientes internados por Covid-19 no Brasil. O protocolo conta com um fluxograma para alimentar a plataforma global, especificando as variáveis ​​de interesse, padronização e análise de extração de dados.


OPAS Brasil reúne pesquisadores para colaborar com a plataforma clínica global sobre hospitalizações por Covid-19 e condições da Covid longa

O escritório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil apresentou os centros colaboradores da Plataforma Global de Dados Clínicos da Organização Mundial da Saúde (OMS). O encontro virtual ocorreu no início de agosto (3/8), com a participação dos representantes dos estabelecimentos de saúde de 62 hospitais e de 80 unidades da Atenção Primária à Saúde (APS) e de ambulatórios especializados vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS).




Brasil participa de pesquisa sobre as condições pós-Covid e perfil de internações hospitalares de Covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Aproximadamente 60 estabelecimentos hospitalares e 80 unidades da Atenção Primária à Saúde (APS) e ambulatórios especializados do Sistema Único de Saúde (SUS) vão colaborar com a Plataforma Clínica Global da OMS para COVID-19, no segundo semestre de 2022. A ferramenta virtual, desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), oferece um sistema unificado para inclusão de dados clínicos anonimizados de pacientes hospitalizados de Covid-10 e de usuários com condições pós-Covid, propiciando a melhor compreensão do perfil das hospitalizações de Covid-19 e da condição pós-COVID-19, além de corroborar para as melhores práticas de manejos clínicos e de seguimento dos usuários no pós-Covid.


Organização Mundial da Saúde disponibiliza o primeiro relatório da Plataforma Clínica Global Covid-19 com o resultado dos estudos desenvolvidos no Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS), em parceria com Estados membros, instituições de saúde e outras entidades, desenvolveu a plataforma para a coleta de dados clínicos relativos às hospitalizações suspeitas e confirmadas de Covid-19 no mundo. O sistema padronizado de coleta de dados clínicos anonimizados serve para identificar as principais características clínicas e fatores prognósticos dos casos de hospitalização por suspeita e confirmação de Covid-19. A OMS disponibilizou o primeiro Relatório sobre as características clínicas na Covid-19 Brasil 2021 como resultado dos estudos da plataforma global desenvolvidos no Brasil.



Faça a inscrição em apsredes.org