quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Informe MS





PEC versão de 32 bits deve migrar para a versão de 64 bits

Data de publicação: 22/10/2019

Não será mais disponibilizado o instalador e suporte técnico para versão 32 bits. Baixe o software mais atualizado na página do e-SUS Atenção Primária

O instalador e suporte técnico para a versão 32 bits do Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) da Estratégia e-SUS Atenção Primária serão descontinuados em novembro de 2019. A instalação local 32 bits deve ser substituída por uma 64 bits. A mudança é necessária somente no computador servidor que hospeda o PEC, por trazer avanços do sistema e agregar novas funcionalidades e recursos tecnológicos. A atualização vai contribuir para um novo cenário da informatização nos municípios.
Atualmente, um dos requisitos para utilização do PEC é a exigência de um computador que possua memória RAM com, no mínimo, oito gigabytes de capacidade. Tal exigência só pode ser suprida em 64 bits. Além disso, os novos computadores e servidores que estão sendo fabricados e disponibilizados no mercado atual não comportam mais a arquitetura 32 bits.
A Nota informativa traz informações sobre a necessidade de atualização do PEC. Todas as unidades de saúde que ainda utilizam a versão de 32 bits  devem migrar para a versão de 64 bits, mantendo a segurança, compatibilidade e novas funcionalidades oferecidas a cada nova atualização dos sistemas da Estratégia e-SUS AP. A atualização pode ser feita no site do e-SUS: http://aps.saude.gov.br/ape/esus
Assista ao vídeo que traz os detalhes da migração abaixo.

Informe MS





Profissionais de saúde, vamos cadastrar a população?

Data de publicação: 21/10/2019

O Cadastro dos usuários subsidia o planejamento dos serviços de saúde e auxilia no acompanhamento dos indivíduos sob responsabilidade das equipes

O cadastro do cidadão na Atenção Primária à Saúde (APS) compõe uma das ações realizadas pelas Equipes de Saúde da Família (eSF). Por meio desse cadastro, pode-se obter o reconhecimento da população próxima à equipe e Unidade de Saúde da Família (USF), subsidiando o planejamento das equipes nas ofertas de serviços e o acompanhamento dos indivíduos.
O cadastro é o registro da pessoa no SUS. Na atenção primária, ele serve como identificação de que a pessoa está vinculada e sendo acompanhada na unidade de saúde. Manter todos os dados atualizados, incluindo o endereço e telefones, é muito importante, pois facilita a localização e a busca ativa do cidadão na hora de avisar sobre exames e consultas, situação vacinal ou mesmo na hora de identificar alguma possível doença transmissível.
Outro motivo para priorizar o cadastro dos usuários é que, em uma análise situacional na base de dados do Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (SISAB), revelou-se que o número de cadastros está abaixo do ideal no país. Hoje são 87 milhões cadastros enquanto deveria ter 150 milhões. Existem mais indivíduos atendidos na APS do que cadastrados. Significa dizer que ainda milhares de brasileiros não estão vinculados a uma equipe de saúde, ou seja, isso prejudica o planejamento e a execução das ações de saúde junto à população.
Cadastre Já
Para estimular o cadastramento da população, a Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS) lança a campanha Cadastre Já. O vídeo abaixo é o primeiro de uma série que vai mostrar a importância desse registro para as equipes de saúde.
Todos os profissionais da equipe de Saúde da Família podem fazer o cadastramento do usuário. Esse registro pode ser feito na Coleta de Dados Simplificada (CDS) ou Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). Somente é considerado cadastro válido quando utilizado o Cartão Nacional de Saúde (CNS) que foi gerado no portal do DATASUS ou diretamente pelo PEC. Para facilitar ainda mais o trabalho dos profissionais de saúde, a partir de dezembro, também será possível utilizar o CPF para gerar um cadastro válido, e não apenas o CNS.
Assista ao vídeo abaixo

Informe MS





Gestor, envie os dados de saúde da APS do seu município

Data de publicação: 08/10/2019

Acesse os relatórios do SISAB para acompanhar a situação do envio para a base do Ministério da Saúde

É fundamental acompanhar o envio de dados do seu município ao Ministério da Saúde (Centralizador Nacional) via e-SUS AB e sistemas próprios ou de terceiros integrados ao Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (SISAB). Com isso, evita-se o bloqueio de recursos federais.
Para saber se o envio de dados foi realizado corretamente, utilize o sistema SISAB disponível em relatórios de envio, no link: http://sisab.saude.gov.br. Na plataforma e-Gestor AB, é possível acessar, em relatórios públicos, informações de financiamento (pagamentos e suspensões) das equipes de saúde, dados importantes para o acompanhamento da produção das equipes do município.
Para mais informações sobre financiamento e demais serviços, acesse o  nosso portal.

Informe MS





Saúde destinará R$ 333 milhões para credenciar novas equipes na Atenção Primária

Data de publicação: 01/10/2019

Quase 4 mil novas Equipes de Atenção Primária e de Saúde Bucal poderão ser credenciadas, aumentando a cobertura da população atendida na APS

O Ministério da Saúde passa a apoiar financeiramente estados e municípios que possui profissionais de saúde atuando nos serviços da Atenção Primária (APS), mas, por não se adequarem no formato e composição da Estratégia Saúde da Família (ESF), pela legislação vigente, não podem receber custeio federal. A medida possibilitará o credenciamento de cerca de 3,9 mil novas equipes na Atenção Primária até o fim do ano com investimento federal de cerca de R$ 333,4 milhões. A regulamentação foi publicada na última sexta-feira (27) no Diário Oficial da União por meio da Portaria nº 2.539.
Assim, há a previsão da expansão do atendimento prestado à população com 2.809 Equipes de Atenção Primária (eAP), formadas por um médico e um enfermeiro, e de 1.100 Equipes de Saúde Bucal (eSB), integradas por um cirurgião dentista, um auxiliar ou um técnico de saúde bucal. A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) previa o credenciamento desses profissionais desde 2017, quando foi atualizada, mas o credenciamento para custeio federal ainda não havia sido feito pelas gestões anteriores.
Para o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim, a medida irá ampliar a cobertura da população atendida e levar mais serviços de saúde bucal para as unidades, fortalecendo o cuidado de maneira integral aos brasileiros. “O objetivo é aumentar a cobertura de APS e valorizar as iniciativas dos municípios em ofertar mais profissionais para atendimento da população. O nosso sistema de saúde se caracteriza de maneira original, entre os sistemas universais de saúde do mundo por ser o único que apostou de maneira muito forte na Saúde Bucal presente nos diversos locais do Brasil junto à ESF. Os municípios receberão mais recursos federais e, com isso, avançamos no fortalecimento da APS”, destacou o secretário.
Novas Equipes da Atenção Primária
As equipes atuarão com composição de carga horária diferenciada de 20h e 30h semanais para médico, enfermeiro e profissionais de saúde bucal. As equipes que atuarem 20h semanais receberão o valor de custeio referente à 50% do valor repassado para Equipes de Saúde da Família, o que corresponde ao valor de R$ 2.565 a R$ 4.680 (com saúde bucal). Já as equipes que atuarem 30h semanais irão receber até 75% do incentivo das ESF, chegando até R$ 7.019 com saúde bucal.
A iniciativa atende a solicitações de gestores municipais, considerando as características e necessidades de cada município, tendo em vista que muitos já possuem no quadro de funcionários das unidades de Atenção Primária à Saúde profissionais trabalhando com carga horária diferenciada. A medida foi anunciada durante a última reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), instância que reúne representantes do Governo Federal, estados e municípios para discussões e pactuações de políticas do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os municípios não poderão transformar Equipes de Saúde da Família em Equipes de Atenção Primária, uma vez que o objetivo é ampliar a cobertura da população atendida nas Unidades de Saúde da Família (USF) com as novas equipes.
A composição permitida das equipes para serem habilitadas como Estratégia Saúde da Família é de um médico, um enfermeiro, um técnico de enfermagem e Agentes Comunitários de Saúde, podendo ainda participar profissionais de saúde bucal, como cirurgião-dentista e/ou técnico em saúde bucal. A carga horária nesta composição é de 40h semanais.

Confira NOTA TÉCNICA Nº 599/2019-CGFAP/DESF/SAPS/MS com orientações sobre solicitação de credenciamento de equipes e serviços da Atenção Primária à Saúde.

Fonte: Agência Saúde

Notícias

A Superintendência de Comunicação da SES-PE divulga a Newsletter Nº 103.

Notícias

A Gerência de Vigilância das Arboviroses divulga os seguintes boletins:

Boletim SE 39/19
Boletim SE 40/19
Boletim SE 41/19
Boletim SE 42/19
Boletim SE 43/19
Boletim SE 44/19

Notícias

 A Gerência de Doenças Transmissíveis Aguda divulga os seguintes Painéis:

Em Pernambuco as DDA na SE 38 foram classificadas em Zona de Segurança. As Regionais de Saúde III, VI e VII  foram classificadas em  Zona de Alerta e as II, X e XI geres encontram-se em Zona Epidêmica. 
Dos 185 municípios do Estado, 35,1% desses as DDA apresentaram-se em Zona de Alerta e 19,5% em Zona Epidêmica. 

Em Pernambuco as DDA na SE 39 foram classificadas em Zona de Segurança. As Regionais de Saúde III, VIII e X  foram classificadas em  Zona de Alerta e as II, VI, VII e XII geres encontram-se em Zona Epidêmica. 
Dos 185 municípios do Estado, 31,4% desses as DDA apresentaram-se em Zona de Alerta e 23,2% em Zona Epidêmica. 

Em Pernambuco as DDA na SE 41 foram classificadas em Zona de Segurança. As Regionais de Saúde III, V, VII e XII  foram classificadas em  Zona de Alerta e as II, IV, VI e X geres encontram-se em Zona Epidêmica. 
Dos 185 municípios do Estado, 37,3% desses as DDA apresentaram-se em Zona de Alerta e 24,3% em Zona Epidêmica. 

Em Pernambuco as DDA na SE 42 foram classificadas em Zona de Alerta. As Regionais de Saúde II, III, VI e IX  foram classificadas em  Zona de Alerta e as IV, VII, VIII e X geres encontram-se em Zona Epidêmica. 
Dos 185 municípios do Estado, 34,6% desses as DDA apresentaram-se em Zona de Alerta e 21,1% em Zona Epidêmica. 

Em Pernambuco as DDA na SE 43 foram classificadas em Zona de Alerta. As Regionais de Saúde III, V, VIII, IX e XI  foram classificadas em  Zona de Alerta e as VI, VII e X geres encontram-se em Zona Epidêmica. 
Dos 185 municípios do Estado, 37,3% desses as DDA apresentaram-se em Zona de Alerta e 21,1% em Zona Epidêmica.

Ressalta-se a importância da manutenção desse monitoramento em 100,0% dos municípios de forma regular e oportuna e da adoção das seguintes medidas:

  •  Zona Epidêmica: verificar a existência de surto; notificar a confirmação do surto (até 24h); seguir o protocolo para investigação epidemiológica de surto DTA e adotar as medidas de prevenção e controle indicadas. Mesmo na ausência de surto, recomendamos identificar o motivo do aumento de casos e realizar coleta de amostras clínicas na unidade de emergência do município.
  •  Zona de Alerta: caracterizar o aumento de casos quanto ao lugar (município, zona, bairro), mudança de faixa etária e plano de tratamento da DDA e adotar as medidas de prevenção e controle necessárias.